Magna Praetoria

Magna Praetoria é o segundo maior império na Terra, uma aliança de diversas cidades estado unidas administrativamente pelo Senado Áureo da Praetória e culturalmente pela sua língua, literatura e história.

Fundação

Embora a captial Praetória exista há pelo menos três mil anos, a formação corrente, que tomou o nome de Magna Praetória há menos de quinhentos anos, quando os reis de Helleron, terra dos Elfos Grisalhos, Romulon e Remun, cidades-fortaleza gémeas dos Anões e da Dácia, um reino humano, entregaram simbolicamente as suas coroas ao César Septimus Severo.

O César entregou então a sua coroa de louros simbolicamente ao Povo, na forma do Senado Áureo da Praetória, formado por representantes de todas as cidades, alguns eleitos, alguns nomeados, alguns de lugares cativos, ao todo trezentos e cinquenta e sete.

Desde então, uma vasta burocracia é usada para controlar o vasto império da Magna Praetória e a máquina de Estado é provavelmente a maior em todo o Mundo.

Militar

O exército Praetoriano é tão organizado como o próprio Estado e dos mais disciplinados e bem equipados do Mundo. O soldado base intitula-se Legionário. O Legionário tem de comprar (ou nalguns casos alugar) a sua armadura ao Exército Praetoriano e é responsável pela seu bom-estado e manutenção. As armas-padrão, distribuídas a todos os legionários são espadas curtas, lanças, um escudo-torre e dardos. Alguns regimentos também costumam distribuir punhais.

O recrutamento é estritamente voluntário e os Legionários são bem-pagos, embora tenham de servir por pelo menos vinte e cinco anos (para humanos e halflings), quarenta e cinco anos (para anões) e sessenta e cinco anos (para elfos).

O Legionário pertence a um regimento de 10 a 40 Legionários (dependendo da região) que é comandado por um Prior. Dez a vinte cinco regimentos formam um Batalhão comandada por um Centurião. Cinquenta Batalhões formam uma Legião, que é comandada por um Legatus. Existem Trinta e Sete Legatus sob a directa ordem do César.

O César é o General-Máximo do Exército Praetoriano, sendo nomeado pelo Senado, de sete em sete anos. Tem voto no Senado, mas o seu poder é reduzido comparado ao tempo em que o César equivalia ao Imperador.

Religião

A Magna Praetória aceita todos os credos e possui um Panteão crescente. Existe inclusive a tolerância a deuses mais sanguinários e macabros. Embora o seu culto activo seja mal-visto, é considerado necessário para não atrair os olhares hostis destes Deuses Maléficos.

Existe, por força das origens culturais um destaque para os Deuses mais venerados pelos Humanos, Elfos e Anões, seguidos algo distantemente pelos deuses dos Halflings.

Vestimentos

A toga é a peça de vestuário mais comum e popular na Magna Praetória.

Organização Social

Embora existam escravos, as leis da Magna Praetória exigem que sejam tratados a um nível ao qual muitos dos próprios cidadãos Praetorianos não conseguem para si, com os seus modos de subsistência. Assim eles ficam reservados para os Patrícios e Nobres e alguns são mesmo escravos do Estado. Um escravo recebe um salário e pode inclusive comprar a sua própria liberdade com o tempo.

De resto, embora legalmente não existam castas, por ordem crescente de importância social temos:

  • Camponeses
  • Artesãos
  • Comerciantes
  • Legionários
  • Burocratas
  • Patrícios

Patrícios são essencialmente nobres, embora o seu estatuto social derive das suas posses e não de um título passado de geração em geração. São geralmente grandes banqueiros ou latifundiários.

Interesse na Abissínia

Tal como Sol, Gehenna, Reino de Grak e Corsa, a Magna Praetoria tem uma grande presença militar e económica recente na Abissínia e foi parte de uma Aliança militar com todas estas nações para derrotar Godric, o Rei-Bárbaro.

Segundo o César Antígono Tercio:

“A presença da Magna Praetoria tornou-se essencial na Abissinia. Após sanar as intenções expansionistas de uma nação amaldiçoada, com a ajuda dos reinos de Sol, Grak, Corsa e Gehenna, a prioridade agora é em primeiro lugar impedir que os nossos aliados se aproveitem dos vastos recursos da Abissinia e do seu povo e em segundo lugar impedir qualquer ressurgimento de um movimento independentista e expansionista. Esta terra tem sido uma constante ameaça aos seus vizinhos e, ao incorporá-la na Magna Praetória, poderíamos assegurar que nunca mais viria a sê-lo.

Esperamos demonstrar a nossa benevolência aos nativos de modo a que eles voluntariamente se apercebam das vantagens que teriam em aliar-se a nós.”

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